Marcelo Costa

O comodismo enfraquece as mentes humanas (Bonaparte)

Posts de Junho, 2006

Amor…

Publicado por Marcelo Costa em Terça-feira, 13 Junho, 2006

Distinguem-se três tipos de amor, susceptíveis de encaixarem uns nos outros:
1 . Eros (erotismo). É o amor carnal, sexual. O desejo físico do outro exprime-se pela paixão amorosa, vivida, muitas vezes, na falta e no sofrimento.

2 . Philia (amizade). O amor carnal evolui para o amor ternura. Não é mais somente um instinto carnal, ou uma concupiscência. Ele dá-se. É alegre, expansivo. É o amor conjugal realizado e aquele que é dado aos seus filhos e reciprocamente. É também a amizade. No entanto, permanece mais ou menos interessado.

3 . Ágape (caridade). É o amor dado sem procura de contrapartida. É bem por excelência. Os crentes encontram a sua fonte em Deus, que é amor.
Há pois oposição entre o amor-eros de concupiscência e de cobiça, e o amor-philia, ou ágape que são amores de benevolência e de amizade. Quer-se bem a alguém, em vez de o possuir. Os dois sentimentos, na maior parte das vezes, justapõem-se.
O amor-eros não é uma virtude. «É uma questão de sentimento e não de vontade . diz Kant . e eu não posso amar porque eu o quero, menos ainda porque eu o devo; daí se conclui que um dever de amar é um contra . senso.» Efectivamente, «o amor não se comanda porque é ele quem comanda».
Mas à medida que se avança na sabedoria e na virtude, desligamo-nos dos desejos egoístas e elevamo-nos nos graus do amor. Primeiro, só se ama a si mesmo, depois o outro e depois os outros. Assim, «a benevolência nasce da concupiscência pois o amor nasce do desejo, do qual não é mais que a sublimação alegre e satisfeita. Este amor é uma virtude; querer o bem do outro é o próprio bem».
É o ideal. «O ideal da santidade», sublinha Kant. Ele guia-nos e ilumina-nos. É uma virtude pois é uma excelência. E, milagre, «o amor que realiza a moral liberta-nos dela». «Ama e faz o que quiseres», dizia Santo Agostinho.
O amor é pois o começo de tudo.

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Esperança…

Publicado por Marcelo Costa em Quarta-feira, 7 Junho, 2006

Durante os últimos dias muitas coisas tem ocorrido, entre consultas médicas, exames e analise de requisitos estive envolvido nas modificações que acontecem e acontecerão.

“Aqueles que entravam meus caminhos passaram, mas eu passarinho….” (Mario Quintana).

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Companhia

Publicado por Marcelo Costa em Segunda-feira, 5 Junho, 2006

Hoje me descobri feliz, feliz por tudo o que está acontecendo e feliz pelo doce encanto que uma pessoa está me causando.

Espero que não seja passageiro e nem apenas uma ilusão ou uma miragem, mas de fato algo que possa me fazer encontrar o que procuro. (tá confuso mas é o que estou pensando) ;-) .

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Aguardem…novos capitulos virão

Publicado por Marcelo Costa em Segunda-feira, 5 Junho, 2006

aprenda, absorva, copie e implemente…..

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15 Horas num Aeroporto (02/06/2006).

Publicado por Marcelo Costa em Segunda-feira, 5 Junho, 2006

No último dia 02/06 passei exatas 15 horas no aeroporto de Macapá….putz, ninguém merece….. O que valeu de tudo isso foi a companhia… excelente que tive…definitivamente www.euodeiomacapa.com.br

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CENOURA, OVO OU CAFÉ

Publicado por Marcelo Costa em Quinta-feira, 1 Junho, 2006

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.

Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha, encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.

Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café.

Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.

A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.

Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela.
Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.

Virando-se para ela, perguntou:

“Querida, o que você está vendo?”
“Cenouras, ovos e café,” ela respondeu.

Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.

Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

“O que isto significa, pai?”

Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.

Os ovos eram frágeis, sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rígido.

O pó de café, contudo, era incomparável; depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.

Ele perguntou à filha:

“Qual deles é você, minha querida?”

Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?

Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força?

Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, pesar de a casca parecer a mesma?

Ou será que você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?

“Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões e ninguém mais…
Cabe a nós – somente a nós – decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais e nossa vida.”

“Uma vida não tem importância se não for capaz de impactar positivamente outras vidas”.

Eu SOU CAFÉ com toda certeza….

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